Embora seja um assunto amplamente discutido, sempre vale relembrar a importância das medidas de prevenção contra o contágio por COVID 19, sua eficácia e a importância de levar a sério tais medidas.
Boas Práticas
Quando fora de casa
Quando se fizer necessário, realizar atividades fora de casa, deve-se evitar remover e até mesmo tocar a máscara. Se caso se fizer necessário qualquer ajuste, não se deve esquecer de higienizar primeiramente às mãos com álcool em gel e realizá-lo o mais rápido possível.
Também é importante prestar atenção aos protocolos de distanciamento social vigentes nos diversos ambientes e como via de regra procurar respeitar a distância mínima de dois metros de outras pessoas no ambiente.
Voltando pra casa
O retorno às nossas residências deve ser particularmente cuidadoso, visando evitar a contaminação do ambiente onde passamos a maior parte do nosso tempo.
Roupas: Deve-se procurar trocar as roupas usadas em atividades externas, tomando-se o cuidado de mantê-las isoladas do contato até que se proceda à lavagem cuidadosa das mesmas.
Máscaras: Uma boa prática é manter-se um conjunto com algumas unidades disponíveis para troca frequente das mesmas. Assim sendo, logo que se retorne ao lar, deve-se proceder à lavagem, (para máscaras reutilizáveis de pano) ou ao descarte cuidadoso, caso sejam de uso único. Assim como com as roupas, essas devem permanecer isoladas do contato até a lavagem cuidadosa.
Alguns lembretes e considerações
Muitos profissionais de saúde alertam que o uso de máscaras, álcool em gel e higienização são medidas que aumentam consideravelmente a chance de passar incólume pela pandemia, mas dentre todas as medidas a mais efetiva é o isolamento social.
Enquanto não houver sido descoberta e distribuída uma vacina efetiva, se expor a contaminação é um risco com implicações que vão além do que normalmente é de senso comum.
Em discussões entre especialistas da área de saúde ouve-se frequentemente falar da preocupação com o longo processo de tratamento, cura e recuperação dos pacientes que sofreram de COVID 19.
Afinal, antes de contrair a doença, ninguém tem como saber como seu organismo ira reagir, o que pode oscilar entre os extremos: Nos quais algumas pessoas sequer apresentam sintomas, contraindo e passando praticamente despercebidas pelo quadro.
Ou o outro, no qual o organismo da pessoa apresenta uma reação tão violenta ao patógeno que mesmo após a cura, geralmente demorada e sofrida, ainda podem vir a ficar com sequelas com que terão de conviver para resto da vida.
Por isso, a não ser que seja inevitável se expor e correr o risco de contrair COVID 19, é preferível não se arriscar, pois voltando a reforçar o fato de que não se sabe como o organismo ira reagir, a pessoa pode acabar tendo um prejuízo de enormes proporções, para sua vida financeira, qualidade de vida e psicologicamente.
Afinal, um quadro crônico adquirido pode colocar uma pessoa num quadro de invalidez perante o mercado de trabalho, uma situação muito mais difícil de contornar do que, se retornar ao mesmo com a saúde em perfeitas condições.